terça-feira, 3 de novembro de 2009

Humilíadas – As Olimpíadas da Humilhação – Versão Olimpíadas

Essa coisa de Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016 me comovem de verdade. Eu sou desses românticos que acredita que a Rocinha vai ser pintada de branco até lá e que aquilo vai ficar parecendo a Grécia, que a tráfico vai migrar para algum lugar do Nordeste e que vai ficar tudo lindo e seguro. Mas como tudo nessa vida é romance o tema esportivo me fez lembrar quando eu sonhava em jogar na seleção brasileira de vôlei e do quanto eu era esportista na adolescência...
Perdido em pensamentos me lembrei do quão era simples fazer esporte naquela época e como é hoje, eis que então vi o quanto o envelhecimento é indigno e mais uma vez percebi o quão aviltante pode ser a vida. Vamos aos fatos que comprovam tal raciocínio:

Na adolescência para praticar esporte, como corrida matinal no parque por exemplo, tudo que se precisava era:
- Vontade.

Depois dos 30 você vai precisar, mais ou menos, disso:
- Vontade
- Muita vontade
- Vontade de superar a preguiça
- Tênis adequado para corrida por causa do impacto nos joelhos,
- Joelheira de contensão de rótula
- Tornozeleira para proteção daquela torção
- iPod com musicas muito animada para manter a vontade
- Isotônico
- Medidor de freqüência cardíaca
- Boné
- Óculos escuros
- Protetor solar
- O parque ter fácil estacionamento
- Trocados para pagar o estacionamento
- Pessoas bonitas transitando
- Ter comido mal a semana toda para a culpa servir de incentivo.

Aí, pensando nisso, você lembra o quão difícil é se livrar da pança nesta fase da vida e lembra da adolescência e então descobre que a humilhação não tem mesmo fim. E a vida segue...

Segue humilhando.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tentando...

Juro! Na minha cachola mole não faltam humilhações, o que falta é tempo para conseguir organizá-las de modo que saia apenas uma redação universitária e não uma guia prático de como morrer de rir as minhas custas.
Tenho umas três humilíadas na fila, entre elas a aguardada humilíadas do amor. Mas passei aqui mesmo só para dar uma rápida satisfação e reinterar que não existe mesmo meio termo entre estar desempregado e ser escrevo branco. Mas depois de conseguir testar isso sob diversas ótimas em poucos meses minha dica é: Já que é pra ser explorado que seja por um trabalho honesto, fazendo algo que se gosta, numa empresa decente, num ambiente amigável. Que explorem bem meus neurônios, afinal corre no meio cientifico que só usamos 10% deles mesmo, antes a exploração intelectual, do que a sexual...

... Se bem que uma exploraçãozinha sexual não ia ser nada mal pra mim que não como ninguém há uns dois anos...

... Pelo menos agora eu posso pagar e explorar alguém sexualmente... Hahahahaha... E viva o capitalismo que sempre dá um jeitinho de explorar todo mundo!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ei saudade.

Eu realmente sinto saudade de escrever aqui. Tem gente que se ilude achando que “desta vez acabou o assunto”, meus caros descrentes eu tenho duas pequenas verdades para vocês: fé e humilhação pra mim não tem fim. Sim meus pobres desiludidos a humilhação se renova em ciclos tal as estações do ano, as fases da humilhação vem com as fases da vida, e enquanto existir alguém que para se lembrar de você haverá uma chancezinha para sua humilhação.
Tem gente que sente saudade de tudo, eu sou assim também, saudosista sinto falta a cada humilhação que passo e não divido com vocês. Mas para quem acompanha e se lembra da fase do meu cabelo ao melhor estilo cruzamento de Zé Bonitinho com Cruela Cruel, eu fui convencido pela profissional que apara minha juba bicolor a deixar crescer para “pesar” um pouco e deixar os fios mais longos. Agora parece que meu cruzamento incorporou o estilo Jonas Brothers.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A civilidade como oportunidade de humilhação.

Pessoal,
Isto é o que tem me feito sorrir, como diria o pessoal do www.tedouumdado.com.br. Eu sei que nossos leitores não dão muito ibope para o blog quando não escrevemos uma humilhação própria de nossas pessoas, mas multiplicar alegria é inerente à (tentando usar crase, tá certo?) nós e como também sou filho do Cara posso curtir, vez ou outra, com a humilhação alheia e dar um pequeno descanso para minha berlinda. Comentem este video, eu até baixei o ringtone pro meu celular, assim me lembrarei, sempre que alguém me ligar (mesmo que 90% disso sejam ligações do robo da Tim me mandando promoções), que a humilhação realmente faz parte da vida de todos.

sábado, 22 de agosto de 2009

O pulo do gato.

Esta semana exprimentei, pela primeira vez, a humilhação de ficar com a perna engessada.
Como se já não bastasse o precesso ficar de uma lado para outro no melhor estilo de pulando amarelinha ao 30 anos. Ainda tive que encarar reunião de bermuda e camisa de botão, banhos com saco cobrindo a perna, a coceira, o frio na ponta dos dedos... Enfim quem já passou por isso sabe. E olha que nem fizeram aquele gesso legal para os amigos assinatem, foi só uma calha e muita atadura apertada.
Mas o que eu queria ressaltar foi a alvitação sobre o como, afinal no mundo macho a unica maneira aceitável para membros engessados e acidente de carro e futebol. No meu caso que foi jogando vôlei, cheguei até a ser orientado pelo meu chefe a mentir e dizer que foi futebol, vôlei é muita bichisse. ???
Ai eu me pergunto e um amigo torce o pé pulando corda? Hahahahahahahaha... Bichisse MASTER....
E a vida continua... Pulando... Torcendo... E, é claro, Humilhando...
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